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domingo, 1 de agosto de 2010

Tabela de vacina

Tabela de vacinas para Gatos

Vacina contra Primeira dose Segunda dose Terceira dose Reforço anual
Panleucopenia felina 45 a 60 dias de idade 21 a 30 dias após a primeira dose 21 a 30 dias após a segunda dose Um ano após a última dose*
Rinotraqueíte 45 a 60 dias de idade 21 a 30 dias após a primeira dose 21 a 30 dias após a segunda dose Um ano após a última dose*
Calicevirose 45 a 60 dias de idade 21 a 30 dias após a primeira dose 21 a 30 dias após a segunda dose Um ano após a última dose*
Clamidiose 45 a 60 dias de idade 21 a 30 dias após a primeira dose 21 a 30 dias após a segunda dose Um ano após a última dose*
Leucemia felina a vírus 45 a 60 dias de idade 21 a 30 dias após a primeira dose 21 a 30 dias após a segunda dose Um ano após a última dose*
Raiva 4 meses x x Um ano após a última dose*

* Deve ser aplicada todo ano.

Tabela de vacina

Tabela de vacinas para Cães

Idade Déctupla Anti-rábica Giardíase Tosse dos canis
45 dias 1ª dose - - -
30 dias após a última aplicação 2ª dose - 1ª dose -
30 dias após a última aplicação 3ª dose - 2ª dose -
30 dias após a última aplicação - Uma dose - Uma dose
Anualmente Uma dose Uma dose Uma dose Uma dose

Cuidados com seu gato Gatinho.

  • Quando você comprar um gato, faça um exame preliminar, que indicará se o gato tem algum problema de saúde.
  • Limpe os olhos com algodão umedecido em água boricada ou água morna (não quente). Use um algodão diferente para cada olho. Não use cotonete para não correr o risco de ferir o animal com a haste.
  • Observe as orelhas do gato em busca de cera excessiva ou uma infecção, o que poderia indicar a presença de carrapatos. Utilize um cotonete (umedecido em óleo de bebê) por orelha, para retirar o excesso de cera e sujeira da cartilagem exterior. Cuidado e não insira o cotonete no canal auditivo!
  • Veja se as gengivas estão inflamadas (gengivas saudáveis são de coloração rosa pálida), veja se há tártaro (uma placa marrom na base do dente), dente quebrado, mau-hálito ou qualquer outro problema. A maioria destes problemas requer cuidado veterinário. Os dentes devem estar brancos, sendo que gatos adultos podem ter dentes ligeiramente amarelados pelo tártaro.
  • Sua barriguinha deve estar cheia mas não muito estufada (caso esteja assim, pode ser sinal de vermes). Observe se há algum sobressalto (pode ser hérnia umbilical), cheque as patas por alguma deformidade.
  • Veja se o gato não está mancando ou com algum outro problema.
  • Sua pelagem deverá ser suave e sem bolas de pêlos embaraçados. Veja se a pele tem caspa ou áreas com falta de pêlos (isso é sinal de micose). Veja também a presença de pulgas (elas deixam pequenos pontos pretos) e outros parasitas.
  • Procure sinais de diarréia ou vermes. O ânus, e a vulva (se for fêmea) devem estar limpos.
  • Apare-as usando um cortador de unhas (trim) ou alicate próprio para unhas de animais. Corte sempre apenas a pontinha da unha, e tenha certeza de que não está atingindo a parte rosada que é extremamente sensível.
  • Dê sempre uma boa alimentação, para seu gato ter sempre muita saúde. Rações secas e úmidas de qualidade poderão ser encontradas na nossa loja Piu-Piu rações. Se o gato é filhote use a própria para a idade dele.
  • A água deverá sempre estar disponível, limpa e fresca.

Obs.: Seu gato não tem 7 vidas...! Fale com o veterinário antes de dar qualquer medicamento.

Filhote ou gato adulto?

O ideal seria adquirir gatinhos com 8 a 10 semanas de idade, já desmamados e com alimentação mista. O mais importante é que sejam sadios. Mas como todos os animais jovens, requer tempo, atenção e cuidados extras de seu dono.

Um gato adulto não necessita treinamento, pode fazer 1 refeição por dia, é mais capaz de se defender, principalmente quando há crianças em casa. Ele utilizará meios de defesa que não machucarão a criança, mas que faz a criança saber que ele não aceita abusos. É claro que você pode ensinar a criança a tratar o filhote com gentileza e amor, mas isso necessita de atenção e tempo, que muitas vezes os pais não possuem.

Um filhote se adapta mais facilmente a um novo dono e casa, já que não guarda na lembrança o antigo dono.

Animais mais velhos (seja de que espécie for) levam mais tempo para se adaptarem com um filhote, do que um filhote para com eles. Espere no mínimo 1 semana para desistir de adaptar um filhote com outros animais mais velhos do que ele.

Se você precisa de um caçador de ratos, o animal já adulto é o mais indicado, por ser mais ágil e completamente crescido.

Existem vantagens e desvantagens, cabe a você escolher, de acordo com aquilo que você pode oferecer.

Gatos e Crianças

Para uma criança, ter um gato pode ser excelente oportunidade de aprender responsabilidade. Apesar de nem todas as crianças serem capazes de assumir responsabilidade sobre um animal de estimação, ela irá aprender que o animal necessita ser alimentado, mantido limpo, fazer exercícios, etc.

A responsabilidade que se ganha cuidando de um animal de estimação, irá refletir em outras áreas da vida, sendo assim uma experiência muito importante e gratificante.

O gato é um ótimo professor sobre os valores da vida. Por não tolerar abusos e maus tratos, a criança aprenderá que precisa tratá-lo com amor e carinho para receber o mesmo em troca.

"Você ensina melhor o que mais precisa aprender", assim, quando a criança ensina o gato o que pode ou não fazer dentro de casa, estará ensinado a ela própria e aprendendo regras e restrições que ela mesma deve aprender e aceitar. Aprenderá ainda o valor da paciência e do autocontrole. Gritar ou bater no seu gato não resolverá nada, por isso gentileza e compreensão devem ser usadas.

Ensine as crianças como segurar o seu gato. NUNCA segure seu animal pela nuca, pelas patas dianteiras ou pela barriga. Ensine-as a segurar o gatinho com carinho, segurando com as duas mãos, uma na parte inferior do tórax e outra segurando a parte traseira.

As crianças devem aprender a tratar bem seus gatinhos, com cuidado, amor e delicadeza. No seu entusiasmo, podem esquecer que são seres vivos e não brinquedos, os quais podem brincar o dia inteiro, puxá-los e sacudi-los à vontade. Ensine que os gatinhos precisam comer descansar e dormir, por isso deve deixá-los sossegados boa parte do dia.

Akita - os akitas são cães muito corajosos, afetuosos e companheiros.
Beagle
- os beagles são ativos, gostam de brincar e apresentam-se quase sempre alegres.
Cão Maltês
- são fáceis de serem adestrados, adaptando-se facilmente ao rítmo de vida dos donos.
Chihuahua
- possui um temperamento dócil, porém quando provocados, tornam-se nervosos e irritados.
Dálmata
- demonstram facilmente, através de latidos ou manifestações corporais, o que estão querendo.
Dogue Alemão
- o corpo do dogue alemão é forte e musculoso. Saiba mais.
Fila Brasileiro
- para serem adestrados necessitam de um bom trabalho.
Fox Paulistinha
- saiba mais sobre esta raça de cachorro desenvolvida no Brasil.
Husky Siberiano
- são espertos e atentos, percebendo facilmente tudo que ocorre ao seu redor.
Lhasa Apso
- o temperamento do lhasa apso é bom, porém é um cão muito temperamental.
Mastim Napolitano
- é atento a tudo que acontece de estranho ao seu redor.
Pastor Alemão
- é atento a tudo que acontece de estranho ao seu redor.
Pequinês
- o pequinês é um cão de comportamento caracterizado pelo ciúme e teimosia.
Pinscher Miniatura - costumam latir para estranhos ou em situações estranhas.
Pit bull - os pit bulls são inteligentes e quando adestrados corretamente, tornam-se obedientes.
Poodle - os poodles são bem brincalhões e inteligentes.
Pug - são cachorros companheiros, dóceis e alertas.
Rottweiler - necessitam de ambientes amplos para desenvolverem atividades físicas
São Bernardo - possuem uma excelente habilidade no trabalho de resgate.
Schnauzer miniatura - os cachorros desta raça são simpáticos, sociáveis, amigos e inteligentes.
Sharpei - saiba mais sobre este cachorro de raça de origem chinesa.

Shih-Tzu - adaptam-se muito bem em ambientes pequenos como, por exemplo, apartamentos.
Yorkshire Terrier - é muito sociável, tornando-se um grande companheiro dos integrantes da família.


* Ao clicar nos nomes dos cachorros, você saíra do blog e irá para o site http://www.suapesquisa.com/cachorros/ e irá encontrar mais informações sobre a raça clicada.

Linha Special Dog




- Carne
- Filhote
- Peixe
- Camarão e Salmão


Outras:

Cachorro:
- Chacal
- Multi Dog
- Pitty
- Magnus Vegetais Filhote
- Magnus Leite Filhote
- Foster
- Magnus Vegetais
- Sopão
- Pitoko
e muito mais!


Gato:
- Magnus Nuggets
- Magnus Cat Filhote
- Unicat
e mais !


Passarinho:
- Mistura para Periquito
- Mistura para Canário
- Alpiste
- Ninger
- Linhaça
- Vitamina (amarela, vermelha, giló)
- Painso
- Enfarinhada
e mais !


e outros animais:
- Mustang (cavalo)
- Farelo de Trigo
- Milho
- Quirera
- Coelho
- Poedeira (Galinha)
- Crescimento (Galinha)
- Galo
e mais !


Linha Pedigree









Linha para gatoLinha Special Cat
horro










L

Informações sobre Cio

Informações sobre o cio canino


O cio é o período de ovulação que ocorre somente nas fêmeas, em que elas ficam suscetíveis às investidas dos machos - e eles podem sentir o odor das fêmeas no cio a quilômetros de distância. Uma substância química conhecida como feromônio é liberada com a urina das cadelas, e é esse cheiro que atrai os machos. O primeiro cio é o marco de entrada da cadela na puberdade, e normalmente ocorre entre 7 a 10 meses de idade, em grande parte das raças.

Em determinados dias durante o cio, a fêmea está fértil, ou seja, caso ocorra acasalamento, são grandes as chances de que ela engravide. Diferente dos humanos, a cadela nunca deixa de entrar no cio, até o fim de sua vida. O macho não apresenta um período de cio, e é capaz de fecundar uma fêmea em qualquer momento.

Podemos identificar fisicamente os primeiros sinais do período de cio nas cadelas quando há sangramento - desde que seja bem moderado - e sua vulva (região genital externa). O início do sangramento é considerado o primeiro dia do cio. Em média, a duração do cio canino é de 15 a 16 dias, e tende a ocorrer de seis em seis meses, sendo que, desde que constante, este intervalo pode variar: algumas cadelas entram em cio a cada cinco meses, outras a cada sete meses.

O cio, normalmente, apresenta estágios bem definidos. Nos primeiros 7 a 8 dias, a cadela apresenta um sangramento bem leve, que tende a desaparecer. É durante este estágio que ela aceita o contato com machos, porém, embora ela permita que eles a cheirem, costuma reagir quando eles tentam montá-la. Depois desses primeiros dias, durante mais 8 ou 9 dias, a cadela aceita que os machos montem sobre ela, e é quando efetivamente ocorre o acasalamento.

Se o dono da cadelinha não desejar que ela fique prenha, deve impedir que ela tenha contato com machos desde o sétimo dia do cio até seu fim. O jeito mais seguro de evitar que sua cadela tenha cria é, sem dúvida, a castração. Outros benefícios da castração são diminuir significativamente as chances de câncer nas glândulas mamárias da fêmea se feita antes do primeiro cio, acabar com o incômodo de outros cios e descartar o uso de anticoncepcionais caninos, que podem prejudicar a saúde da cadela.

Quando o cio vai chegando ao fim, a cadela volta a rejeitar o macho e o inchaço na região genital diminui gradativamente.

Algumas cadelas - em especial as mais adultas - podem não apresentar o sangramento característico do período de cio, o que dificulta sua identificação. Isso pode ser um contratempo importante para os donos de cães que querem evitar crias de suas cadelas. É errado, portanto, pensar que cadelas que não apresentam sangramento não entram no cio.



Autor: Equipe Universo do Cão

Cinomose

Enfermidade infecto contagiosa, que afeta só os cães entre os animais domésticos. Causada por um vírus, sobrevive por muito tempo em ambiente seco e frio, e menos de um mês em local quente e úmido; muito sensível ao calor, luz solar e desinfetantes comuns. Não escolhe sexo ou raça, nem a época do ano. Ocorre mais em jovens, mas animais idosos também podem se contaminar se não vacinados.

Se infectam (contaminam) por contato direto ou pelas vias respiratórias, pelo ar contaminado. Essa transmissão é por secreções do nariz e boca de animais infectados (espirros e gotículas que saem do nariz quando se respira) é a principal fonte de infecção. O animal doente espirra e contamina o ambiente e os animais que estejam perto. Inclusive, se tiver um ser humano por perto, o vírus pode ser carregado até um animal sadio por ele.

O animal pode se contaminar pela via respiratória ou por via digestiva, por contato direto ou fômites (pode ser um objeto ou um ser humano, por exemplo, que carregam o vírus na roupa, nos sapatos) , água e alimentos contaminados por secreções de cães doentes.

Após o animal ser infectado, ocorre o período de incubação do vírus (digamos que seja o período que ocorre entre o vírus entrar no corpo e o corpo começar a manifestar os sintomas da doença) por 3 a 6 dias , ou até 15 dias, e depois disso a temperatura pode chegar a 41ºC, haver perda de apetite, corrimento ocular e nasal . Este estado dura mais ou menos 1 a 2 dias. Depois se segue um período de 2 a 3 dias, as vezes meses, em que parece que tudo volta ao normal. Depois disso pode ser que apareçam os sinais e sintomas típicos da cinomose.

Pode haver sintomas digestivos (diarréia e vômito), respiratórios (corrimento nasal e ocular) ou nervosos ( tiques nervosos, convulsões, paralisias, etc) ou haver associação deles.

O animal pode morrer tendo desenvolvido só uma das fases da doença ou sobreviver desenvolvendo todas, podem desenvolver cada tipo de sintoma aos poucos ou todos juntos.

Normalmente os primeiros sintomas da 2º fase são febre , falta de apetite, vômitos, diarréia, dificuldade para respirar. Depois conjuntivite com secreção , corrimento nasal, com crostas no focinho, e pneumonia. Pode se seguir por 1 a 2 semanas e daí aparecerem os sintomas nervosos, tiques nervosos, depois sintomas de lesões no cérebro e medula espinhal. Em uns, por inflamação no cérebro, os animais ficam agressivos, não conseguem as vezes reconhecer seu dono, ou em outros, ocorre paralisia dos músculos da face em que o animal não consegue abrir a boca nem para tomar água, apatia profunda; por lesões no cérebro e na medula espinhal, andar cambaleante, paralisia no quarto posterior ('descadeirado'). Dificilmente os sintomas são estacionários (vão piorando sempre, de maneira lenta ou rápida).

É de difícil tratamento, dependendo quase exclusivamente do cão sua sobrevivência ou não. Digo quase exclusivamente, porque o veterinário pode ajudar eliminando coisas que podem atrapalhar sua "guerra" com a doença, como as infecções que ele pode ter por fraqueza, aconselhar a alimentação correta, receitar medicamentos que ajudem a combater as inflamações no cérebro, receitar uma medicação que tente aumentar sua resistência, etc.

Sua evolução é imprevisível, ou seja, quando o cão adoece, não há como saber se ele vai se salvar ou não, ou se a morte vai ser rápida ou lenta.

A melhor solução ainda é a prevenção, ou seja, vacinar corretamente.

Maria Thereza Cera Galvão do Amaral
Médica Veterinária Homeopata

Bernes

São tanto os bernes quanto as miíases, causadas por larvas de algumas espécies de moscas, que pelo fato de serem carnívoras necessitam penetrar na pele de algum animal, para se nutrirem da sua carne, e assim cumprirem seu ciclo biológico, transformando-se em seguida em insetos adultos.

Diferenciam-se os bernes das miíases cutâneas, além do fato de serem as larvas de espécies de moscas diferentes, pela particularidade biológica dos bernes serem encontrados sempre isolados - uma única larva em determinado lugar - nunca mais de uma larva num mesmo loco, a não ser quando pelas suas proximidades, poderem vir a se unirem os locais de ambos pelo desenvolvimento posterior das larvas; Já nas miíases cutâneas,além das larvas serem menores que as das larvas de moscas do berne, são encontradas larvas em número em geral grande, que chega até algumas centenas,todas em comum no mesmo local da penetração, formando verdadeiras crateras na superfície do corpo de suas vítimas.

São várias as famílias à que pertencem tais moscas, porém sob o ponto de vista clínico-parasitológico, são as mesmas agrupadas em dois grandes grupos:

l - Larvas que se nutrem de tecido vivo - Larvas biontófagas;
2 - Larvas que se nutrem de tecido morto - Larvas necrobiontófagas.

Dr. Carmello Liberato Thadei -
Médico Veterinário