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* Deve ser aplicada todo ano.
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* Deve ser aplicada todo ano.
| Idade | Déctupla | Anti-rábica | Giardíase | Tosse dos canis |
| 45 dias | 1ª dose | - | - | - |
| 30 dias após a última aplicação | 2ª dose | - | 1ª dose | - |
| 30 dias após a última aplicação | 3ª dose | - | 2ª dose | - |
| 30 dias após a última aplicação | - | Uma dose | - | Uma dose |
| Anualmente | Uma dose | Uma dose | Uma dose | Uma dose |
Obs.: Seu gato não tem 7 vidas...! Fale com o veterinário antes de dar qualquer medicamento.
A responsabilidade que se ganha cuidando de um animal de estimação, irá refletir em outras áreas da vida, sendo assim uma experiência muito importante e gratificante.
O gato é um ótimo professor sobre os valores da vida. Por não tolerar abusos e maus tratos, a criança aprenderá que precisa tratá-lo com amor e carinho para receber o mesmo em troca.
"Você ensina melhor o que mais precisa aprender", assim, quando a criança ensina o gato o que pode ou não fazer dentro de casa, estará ensinado a ela própria e aprendendo regras e restrições que ela mesma deve aprender e aceitar. Aprenderá ainda o valor da paciência e do autocontrole. Gritar ou bater no seu gato não resolverá nada, por isso gentileza e compreensão devem ser usadas.
Ensine as crianças como segurar o seu gato. NUNCA segure seu animal pela nuca, pelas patas dianteiras ou pela barriga. Ensine-as a segurar o gatinho com carinho, segurando com as duas mãos, uma na parte inferior do tórax e outra segurando a parte traseira.
As crianças devem aprender a tratar bem seus gatinhos, com cuidado, amor e delicadeza. No seu entusiasmo, podem esquecer que são seres vivos e não brinquedos, os quais podem brincar o dia inteiro, puxá-los e sacudi-los à vontade. Ensine que os gatinhos precisam comer descansar e dormir, por isso deve deixá-los sossegados boa parte do dia.
horro
O cio é o período de ovulação que ocorre somente nas fêmeas, em que elas ficam suscetíveis às investidas dos machos - e eles podem sentir o odor das fêmeas no cio a quilômetros de distância. Uma substância química conhecida como feromônio é liberada com a urina das cadelas, e é esse cheiro que atrai os machos. O primeiro cio é o marco de entrada da cadela na puberdade, e normalmente ocorre entre 7 a 10 meses de idade, em grande parte das raças.
Em determinados dias durante o cio, a fêmea está fértil, ou seja, caso ocorra acasalamento, são grandes as chances de que ela engravide. Diferente dos humanos, a cadela nunca deixa de entrar no cio, até o fim de sua vida. O macho não apresenta um período de cio, e é capaz de fecundar uma fêmea em qualquer momento.
Podemos identificar fisicamente os primeiros sinais do período de cio nas cadelas quando há sangramento - desde que seja bem moderado - e sua vulva (região genital externa). O início do sangramento é considerado o primeiro dia do cio. Em média, a duração do cio canino é de 15 a 16 dias, e tende a ocorrer de seis em seis meses, sendo que, desde que constante, este intervalo pode variar: algumas cadelas entram em cio a cada cinco meses, outras a cada sete meses.
O cio, normalmente, apresenta estágios bem definidos. Nos primeiros 7 a 8 dias, a cadela apresenta um sangramento bem leve, que tende a desaparecer. É durante este estágio que ela aceita o contato com machos, porém, embora ela permita que eles a cheirem, costuma reagir quando eles tentam montá-la. Depois desses primeiros dias, durante mais 8 ou 9 dias, a cadela aceita que os machos montem sobre ela, e é quando efetivamente ocorre o acasalamento.
Se o dono da cadelinha não desejar que ela fique prenha, deve impedir que ela tenha contato com machos desde o sétimo dia do cio até seu fim. O jeito mais seguro de evitar que sua cadela tenha cria é, sem dúvida, a castração. Outros benefícios da castração são diminuir significativamente as chances de câncer nas glândulas mamárias da fêmea se feita antes do primeiro cio, acabar com o incômodo de outros cios e descartar o uso de anticoncepcionais caninos, que podem prejudicar a saúde da cadela.
Quando o cio vai chegando ao fim, a cadela volta a rejeitar o macho e o inchaço na região genital diminui gradativamente.
Algumas cadelas - em especial as mais adultas - podem não apresentar o sangramento característico do período de cio, o que dificulta sua identificação. Isso pode ser um contratempo importante para os donos de cães que querem evitar crias de suas cadelas. É errado, portanto, pensar que cadelas que não apresentam sangramento não entram no cio.
Se infectam (contaminam) por contato direto ou pelas vias respiratórias, pelo ar contaminado. Essa transmissão é por secreções do nariz e boca de animais infectados (espirros e gotículas que saem do nariz quando se respira) é a principal fonte de infecção. O animal doente espirra e contamina o ambiente e os animais que estejam perto. Inclusive, se tiver um ser humano por perto, o vírus pode ser carregado até um animal sadio por ele.
O animal pode se contaminar pela via respiratória ou por via digestiva, por contato direto ou fômites (pode ser um objeto ou um ser humano, por exemplo, que carregam o vírus na roupa, nos sapatos) , água e alimentos contaminados por secreções de cães doentes.
Após o animal ser infectado, ocorre o período de incubação do vírus (digamos que seja o período que ocorre entre o vírus entrar no corpo e o corpo começar a manifestar os sintomas da doença) por 3 a 6 dias , ou até 15 dias, e depois disso a temperatura pode chegar a 41ºC, haver perda de apetite, corrimento ocular e nasal . Este estado dura mais ou menos 1 a 2 dias. Depois se segue um período de 2 a 3 dias, as vezes meses, em que parece que tudo volta ao normal. Depois disso pode ser que apareçam os sinais e sintomas típicos da cinomose.
Pode haver sintomas digestivos (diarréia e vômito), respiratórios (corrimento nasal e ocular) ou nervosos ( tiques nervosos, convulsões, paralisias, etc) ou haver associação deles.
O animal pode morrer tendo desenvolvido só uma das fases da doença ou sobreviver desenvolvendo todas, podem desenvolver cada tipo de sintoma aos poucos ou todos juntos.
Normalmente os primeiros sintomas da 2º fase são febre , falta de apetite, vômitos, diarréia, dificuldade para respirar. Depois conjuntivite com secreção , corrimento nasal, com crostas no focinho, e pneumonia. Pode se seguir por 1 a 2 semanas e daí aparecerem os sintomas nervosos, tiques nervosos, depois sintomas de lesões no cérebro e medula espinhal. Em uns, por inflamação no cérebro, os animais ficam agressivos, não conseguem as vezes reconhecer seu dono, ou em outros, ocorre paralisia dos músculos da face em que o animal não consegue abrir a boca nem para tomar água, apatia profunda; por lesões no cérebro e na medula espinhal, andar cambaleante, paralisia no quarto posterior ('descadeirado'). Dificilmente os sintomas são estacionários (vão piorando sempre, de maneira lenta ou rápida).
É de difícil tratamento, dependendo quase exclusivamente do cão sua sobrevivência ou não. Digo quase exclusivamente, porque o veterinário pode ajudar eliminando coisas que podem atrapalhar sua "guerra" com a doença, como as infecções que ele pode ter por fraqueza, aconselhar a alimentação correta, receitar medicamentos que ajudem a combater as inflamações no cérebro, receitar uma medicação que tente aumentar sua resistência, etc.
Sua evolução é imprevisível, ou seja, quando o cão adoece, não há como saber se ele vai se salvar ou não, ou se a morte vai ser rápida ou lenta.
A melhor solução ainda é a prevenção, ou seja, vacinar corretamente.
Diferenciam-se os bernes das miíases cutâneas, além do fato de serem as larvas de espécies de moscas diferentes, pela particularidade biológica dos bernes serem encontrados sempre isolados - uma única larva em determinado lugar - nunca mais de uma larva num mesmo loco, a não ser quando pelas suas proximidades, poderem vir a se unirem os locais de ambos pelo desenvolvimento posterior das larvas; Já nas miíases cutâneas,além das larvas serem menores que as das larvas de moscas do berne, são encontradas larvas em número em geral grande, que chega até algumas centenas,todas em comum no mesmo local da penetração, formando verdadeiras crateras na superfície do corpo de suas vítimas.
São várias as famílias à que pertencem tais moscas, porém sob o ponto de vista clínico-parasitológico, são as mesmas agrupadas em dois grandes grupos:
l - Larvas que se nutrem de tecido vivo - Larvas biontófagas;
2 - Larvas que se nutrem de tecido morto - Larvas necrobiontófagas.